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Um Tsunami: o Design Thinking pocou no GovES!

Quando a gente aqui no LAB.ges pensou em fazer uma capacitação em Design Thinking para todos, eu disse TODOS, os 180 servidores da Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos do Espírito Santo (SEGER) pareceu loucura. De todos os lados, o que a gente ouvia era: “Ah, isso não vai dar certo!”, “Pensem bem: o Design Thinking não é pra qualquer um.

Mas a gente acreditava que era sim. Para nós, o Design Thinking não só pode contribuir com todos os setores de uma organização como a SEGER, como pode colocar em evidência a importância de se valorizar e aproveitar ao máximo a diversidade dos perfis, trajetórias, conhecimentos e vivências que a compõem. Afinal, TODOS PODEMOS INOVAR!

E foi acreditando nisso que, com a parceria da maravilhosa equipe da Wegov, criamos a ideia do TSUNAMI DE DESIGN THINKING – como ondas de inovação invadindo e transformando os diversos setores da Secretaria, as oficinas disseminariam os conceitos e práticas dessa inovadora forma de resolver problemas complexos, que coloca o foco no que mais importa: as pessoas.

Tsunami Design Thinking
Confira as fotos no Flickr

Tudo certo! Então faremos o TSUNAMI!

Oficinas organizadas com todo apoio da nossa querida Escola de Governo, a Esesp. Turmas montadas de forma a promover o encontro entre servidores de diferentes setores e níveis hierárquicos. “Opa! Mas eu nunca vi isso… na mesma turma tem o pessoal da recepção e gerentes de projetos? Área de contratos com o pessoal do RH? Que bagunça é essa?!” E mais… “Ah… lá vem o pessoal do LAB.ges inventando moda… isso não é pra gente. Aqui no meu setor a operação é pesada, não dá tempo de brincar com canetinha e post-it colorido!

Mas todos compareceram. Precisamos confessar que a estratégia foi forçar ‘um pouco’ a barra e tornar a capacitação obrigatória (a gente não queria que fosse assim!). Mas tínhamos certeza que as resistências seriam vencidas durante as oficinas, conforme todos fossem se apropriando do novo aprendizado e vislumbrando as possibilidades do porvir.

Dito e feito! A cada oficina concluída, as pessoas expressavam a sua satisfação e contagiavam os colegas que ainda aguardavam o momento de vivenciar essa nova experiência.

Hoje podemos dizer que, além da disseminação dos conceitos do Design Thinking e da experimentação de sua aplicação como abordagem para enfrentar desafios, o TSUNAMI trouxe para a SEGER outros ganhos interessantes e inesperados.

Foram 36 equipes que desenharam um panorama dos desafios da Secretaria. Além dos 36 problemas identificados (ouro na mão de um gestor, pois trazem um diagnóstico construído com o olhar de quem melhor conhece a organização), foram idealizados, com prototipação e teste, 36 possíveis caminhos para resolver os problemas apontados.

Alguns dos protótipos criados no TSUNAMI foram apresentados pelos servidores ao Escritório de Projetos da SEGER para compor a Carteira de Projetos Prioritários da Secretaria. Além disso, o Escritório se encarregou de verificar a viabilidade de todas as demais propostas do TSUNAMI e algumas já estão sendo estruturadas como projetos que serão executados de forma intersetorial, com acompanhamento do LAB.ges.

Boas surpresas

Uma surpresa: descobrimos que somos muito mais conectados do que imaginávamos ser.

A interação nas oficinas mostrou que um contato mais direto e humano, baseado na empatia e na colaboração, beneficia, e muito, a produtividade e a qualidade do trabalho (e da vida!) de todos. O retrato dessa percepção foi a releitura do organograma da SEGER, realizada pelos servidores no evento de confraternização das 6 turmas do TSUNAMI, e que hoje ilustra o fundo de tela dos computadores da organização: a SEGER como uma REDE DE CONEXÕES.

Tsunami Design Thinking

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